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8/24/2005
União europeia




A caminho do Real Madrid, Robinho já fez saber que se quer encontrar mais vezes com o amigo Diego. Fora de campo e, se for preciso, em campo também. A Liga dos Campeões pode satisfazer esse desejo e Robinho não faz por menos: o amigo do FC Porto que se prepare para umas fintas novas
HUGO SOUSA

Não serão propriamente vizinhos, mas a distância entre os dois encurtará. A transferência de Robinho para Madrid aproxima-o de Diego e que ninguém se admire se o vir um dia destes a passear pelo Porto. É o próprio quem o deixa subentendido, a título de comentário aos benefícios da mudança para o Real Madrid. Enquanto embarcava para o último jogo com a camisola do Santos, Robinho disse a quem o quis ouvir que, entre muitas outras coisas boas, a entrada na Europa permitir-lhe-á reencontrar o amigo Diego. Sem o Atlântico a atrapalhar, Robinho conta poupar uns trocos na conta de telefone e colocar os assuntos em dia pessoalmente. Há ainda a hipótese de ambos se reencontrarem em campo, o que seria inédito. O sorteio da Liga dos Campeões há-de desfazer esse mistério, mas enquanto a possibilidade, mesmo que remota, estiver de pé, Robinho não se cansará de a lembrar. Com pimenta, para dar um gostinho especial a uma relação também ela muito especial.

Até o FC Porto convencer o Santos com um cheque bem redondinho para libertar Diego, ninguém os imaginava separados. Acreditava-se no Brasil que quem levasse um acabaria por querer incluir o outro no negócio. Optar apenas por um seria como que rasgar um bilhete de lotaria, o tal que, por inteiro, tinha garantido a sorte grande ao Santos. Após anos de jejum, e com as finanças no vermelho, os santistas apostaram tudo nas camadas de formação - de onde também saiu Bruno Moraes - e acabaram por ser guiados ao título brasileiro por dois adolescentes que não tinham idade sequer para tirar a carta de condução. Diego e Robinho, precisamente. O Brasil rendeu-se ao talento de ambos e os clubes europeus trataram de os anotar nas respectivas agendas. O Santos foi resistindo às primeiras investidas, tentando manter a dupla. Sem sucesso. Fez questão de manter um, Robinho, até o Real Madrid perder a paciência e a cabeça, elevando-o à categoria de galáctico. Diego foi o primeiro a abrir a porta europeia, gostou e aconselhou o amigo a atravessar o Atlântico. A amizade entre os dois segue dentro de momentos...

Robinho
"Vou dar uma caneta no Diego"




Robinho espera que a Liga dos Campeões permita que Real Madrid e FC Porto se cruzem no caminho. Se isso acontecer, e o avançado espera que aconteça mesmo, Diego já pode anotar o que o amigo espera oferecer-lhe. "Vou dar uma caneta nele, já está prometido", garantia ontem um animado Robinho, antes de embarcar para Belém, onde jogará o último jogo pelo Santos. E a caneta não é para Diego assinar os autógrafos aos muitos admiradores que já coleccionou em Portugal. Caneta, para quem não sabe, é o que por aqui se designa de "coxinhas": a bola passa por entre as pernas e o visado fica corado de vergonha. Mais a sério, Robinho confessou-se entusiasmado com a aproximação ao portista. "Estou ansioso para chegar lá, vamos ficar mais perto". Novamente a brincar: "Assim, ele vai parar de ligar a cobrar para mim". Enfrentar Diego na final da Liga dos Campeões seria o ideal. Diz ele e Diego não se importaria nada. "Seria muito bom jogar uma decisão contra ele", admitiu o reforço do Real Madrid.

Diego
"Respondo com golos"




Diego sabe bem o que contar da parte de Robinho: brincadeira, brincadeira e mais brincadeira. Os dois conhecem-se de olhos fechados e o portista, ao saber da provocação do amigo, respondeu à altura. Com humor idêntico. "Vamos esperar que ele faça a caneta, que eu respondo com golos", atirou bem disposto, retomando as tiradas humorísticas e menos cinzentas do que é costume em Portugal. Afinal, ripostou ainda, "os golos são mais importantes". Um ano na Europa tem destas coisas: Diego diverte-se em campo, como fazia no Brasil, mas já não descansa só com o divertimento. Quer que dele resulte alguma coisa. Num hipotético reencontro em campo com o amigo Robinho, o portista não se importaria, por isso, de ceder nas fintas e ganhar-lhe nos golos. Mais a sério, Diego espera que a Europa se encante rapidamente com o avançado. "Robinho é um grande amigo e gostaria de desejar-lhe boa sorte no Real Madrid", disse, confessando igualmente a vontade de se cruzar mais vezes com ele para cimentar uma relação que se manteve forte, mesmo com o afastamento ditado pelo ingresso de Diego no FC Porto. "Espero encontrá-lo brevemente".

Fonte O Jogo

 Escrito por lalinha)_ angel às 15h25
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8/23/2005
FC Porto um ano depois

Baía e Diego foram os únicos sobreviventes




Comparando as formações que iniciaram o campeonato do ano passado e deste ano, apenas existem dois repetentes: Vítor Baía e Diego. Face a uma mudança tão radical, é justo esperar mais alguns jogos para que o holandês possa cumprir o que prometeu: futebol-espectáculo e muitos golos.

RUI GOMES

Uma verdadeira revolução, à qual apenas escaparam Vítor Baía e Diego. Esta é a leitura mais relevante da análise do "onze" que iniciou o campeonato na época passada, sob o comando de Victor Fernandez, e aquele que Co Adriaanse apresentou anteontem, frente ao Estrela da Amadora.

Entre transferências, opções e lesões, se se olhar para a equipa que defrontou o Braga, na estreia portista na SuperLiga da temporada passada, constata-se que Seitaridis, Areias, Costinha, Maniche e Carlos Alberto já não fazem parte do plantel, Jorge Costa e Quaresma parecem não entrar nas contas do treinador holandês e só o guarda-redes e o médio apresentam credenciais para não serem afectados por tantas alterações.

Mas não só os artistas são diferentes. Embora o sistema de jogo dos dois treinadores seja o 4x3x3, a verdade é que com Fernandez o FC Porto actuava com um trinco e dois médios alas, em contraste com a inversão do triângulo de Adriaanse, que conta na base com dois médios que actuam lado a lado e no vértice com o denominado número 10, elemento sob quem recai a tarefa de municiar o tridente atacante.

Perante tão radical mudança, é normal que a máquina portista demore a encontrar a afinação exacta, embora também não passe despercebido que na formação que venceu o Estrela da Amadora só quatro futebolistas não estavam no clube na temporada passada. Uma constatação que poderá parecer contraditória, mas não é, uma vez que para que o mecanismo funcione em pleno não poderá haver peças fora do lugar ou, então, ainda a precisar de uns retoques na afinação.


Sp. Braga - FC Porto
2004/2005

Vítor Baía
Seitaridis
Jorge Costa
Pepe
Areias
Costinha
Diego
Maniche
Quaresma
McCarthy
Carlos Alberto


FC Porto - Estrela da Amadora
2005/2006

Vítor Baía
Sonkaya
Ricardo Costa
Pedro Emanuel
César Peixoto
Raul Peixoto
Lucho González
Diego
Jorginho
Hélder Postiga
Lisandro López
Fonte:O Jogo

 Escrito por lalinha)_ angel às 15h24
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8/22/2005
Porto estréia no Português com vitória


Porto (Portugal) - O Porto estreou com vitória no Campeonato Português, mas não conseguiu empolgar seus torcedores. Mesmo jogando em casa, ontem o time azul e branco, atual vice-campeão nacional, marcou apenas 1 a 0 no modesto time do Estrela da Amadora.
O único gol do Porto no jogo foi marcado por Ricardo Costa. O meia Diego, ex-jogador do Santos, foi titular da equipe e jogou a partida inteira. Outros resultados de ontem: Gil Vicente 1 x 0 Marítimo, Penafiel 0 x 2 Rio Ave, Paços de Ferreira 0 x 1 Nacional e Vitória de Guimarães 0 x 2 Associação Naval. Hoje será disputado o duelo entre União de Leiria e Braga.
Diario de São Paulo




FC Porto estreia-se com vitória sobre o Estrela da Amadora
1x0



Casa cheia no Dragão no arranque da Liga. O FC Porto sentiu dificuldades diante do regressado Estrela da Amadora, mas a vitória é justa. Ricardo Costa foi o autor do golo solitário, de cabeça, na sequência de canto apontado por César Peixoto (56 m).



ASF
Não está em causa a vitória do FC Porto. Foi a equipa que mais atacou e criou as melhores oportunidades de golo, a que teve mais posse de bola, mas venceu à tangente e na sequência de lance de bola parada (canto). O Estrela surpreendeu pela sua boa organização defensiva, na primeira parte ganhou o meio campo e não descurou o contra-ataque. O FC Porto não teve arte e engenho para se soltar da «teia» de marcações montada pelo técnico estrelista.

Na segunda parte, tudo foi diferente. A partir do golo de Ricardo Costa (56 m), o Estrela perdeu gás e só deu FC Porto até final. Hugo Almeida e Alan entraram bem no jogo e o segundo golo só não surgiu porque o guarda-redes tricolor, Bruno Vale, esteve em noite de inspiração.

Em suma: o FC Porto tem «matéria-prima» para sonhar alto, mas sentiu-se a falta de McCarthy. A equipa revelou ainda falta de ligação, mas aqui houve mérito do Estrela, que povoou o meio campo e soube cortar as linhas de passe a Jorginho e Diego. O Estrela surpreendeu pela positiva neste seu regresso ao escalão maior do futebol português. Tony, Santamaria e Manu são nomes a fixar na formação tricolor.

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: João Vilas Boas (Braga)

FC PORTO - Vítor Baía; Sonkaya, Ricardo Costa, Pedro Emanuel e César Peixoto; Raul Meireles (Ibson, 90 m), Diego e Lucho Gonzalez; Jorginho, Hélder Postiga (Alan, 75 m) e Lisandro Lopez (Hugo Almeida, 78 m).

ESTRELA DA AMADORA - Bruno Vale; Tony, Santamaria, Maurício e Eusébio; Emerson e Coutinho; Igor Sousa (Semedo, 60 m), Rui Duarte (Igor, 60 m) e Manu; Pedro Simões (Anselmo, 86 m).

Ao intervalo: 0-0

Golo: Ricardo Costa (56 m)

Resultado final: 1-0

Cartão amarelo a Pedro Simões, Jorginho, Coutinho, Emerson e Manu.

Fonte : A bola

 Escrito por lalinha)_ angel às 15h23
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gente naum tava dando pra postar pq meu modem tava queimado

 



 Escrito por lalinha)_ angel às 15h21
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